O futuro da educação no Brasil

O futuro da educação no Brasil e no mundo, está no experimento e na descoberta de novos métodos pedagógicos para preparar as próximas gerações que viverão em uma sociedade com características de COLABORAÇÃO e distribuída em seu todo no Complexo Educacional da Atualidade e do futuro. Isto porque os experimentos industriais trarão novos produtos, novas descobertas e tecnologia inovadoras com aplicações diversificadas que forçarão a modificação da infraestrutura vigente. São mudanças que exigirão novas qualificações profissionais e técnicas inovadoras que deverão ser apresentadas aos estudantes para que as aprendam ou são por eles próprios descobertas e se sintam seguros no ambiente de estudo continuado e no trabalho.

O foco maior será na tecnologia da informação, nanotecnologia, biotecnologia, ecologia, gestão ambiental, entre outros, abrangendo ciências que exigirão habilidades vocacionais pois já se percebe a chegada próxima da Terceira Revolução Industrial com todas as suas características inovadoras.

Assim, os estudantes deverão ser preparados em sua disposição espontânea de atividade, com características técnicas e profissionais para compreender tecnologias de redes inteligentes de serviços vários, inclusive de armazenamento de hidrogênio (H2), combustível do futuro já sendo empregado em alguns países, inclusive o uso da própria água como combustível do futuro, que alguns pretendem esconder, para não desvalorizar o petróleo. Estamos já frente à metamorfose de estruturas totalmente operáveis.

Com a economia de orçamentos escolares em declínio, é aconselhável que se façam do ensino fundamental e médio, parcerias com empreendimentos comerciais de bancos e empresas privadas para financiarem ensino com características de formação técnica que possibilitem aos alunos preparo para ingressarem de imediato no mercado de trabalho na idade adequada. Nessas circunstâncias terão oportunidade de crescerem no próprio trabalho em exercício facilitando o ingresso em Faculdade, àqueles que assim desejarem e com certa independência econômico-financeira.

A contra-partida para os financiadores será o uso do dinheiro destinado ao Imposto de Renda, o que é legal, direcionado ao empreendimento das escolas. Será benefício mútuo sendo a sociedade a maior beneficiária. O saber ocupará lugar especial na vida de nossos jovens e lhes abrirá as portas de uma vida profissional promissora.

Essa ideia significa a geração e trabalhadores produtivos atendendo à moderna economia de mercado, essencial ao êxito de quem a atende. E como consequência uma equidade na distribuição de renda.

A experiência vocacional torna-se altamente considerada e respeitada na produção de confortável modo de vida. Os empregadores, obviamente, avaliam a capacidade de produtividade dos pretendentes a ingressar em suas empresas cujo preparo escolar tem valor na apreciação do candidato. A consciência da era em que se vive é considerada.

Portanto, em todos os níveis de atuação do trabalhador, seja em qualquer ramo técnico ou científico depende do processo educacional.

As mudanças se operam constantemente cada vez mais complexas o que exige arranjos educacionais interdependentes e diferenciados.

Os novos sistemas de comunicação cada vez mais multifacetados convergem para a consciência humana intermitentemente alterada. Desta forma, é necessário renovar o sistema educacional exigido pelo surgimento de novas características científicas e práticas.

O pensamento atual, a nosso ver, considera a missão básica da educação preparar estudantes que saibam o valor do pensar e do agir como parte de uma sociedade que precisa, conscientemente, ser compartilhada para o bem de todos.

Placidino Guerrieri Brigagão
Presidente da Academia Brasileira de Odontologia

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